FORMAÇÃO

Cursos e workshops

Ainda não há cursos abertos. Há calendário: o primeiro mini curso, sobre candidaturas, abre no último trimestre de 2026.

Entretanto, duas coisas funcionam já. Os workshops para equipas são feitos à medida e marcam-se por conversa. E os kits do catálogo cobrem as mesmas tarefas, em formato de documento.

Resposta em dois dias úteis. Conversa por vídeo, em português.
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O que já existe hoje

Três formas de incluir a formação em IA dentro de uma instituição sem esperar pelos cursos.

O que está a ser preparado

Mini curso, candidaturas a financiamento. Quatro módulos, cerca de duas horas, do aviso à submissão. Previsto para o último trimestre de 2026. É o primeiro porque é a tarefa que aparece mais vezes na caixa de entrada.

Curso base, IA para profissionais de cultura. Sete módulos, um por tarefa: comunicação, candidaturas, relatórios, mediação, serviços educativos, gestão e documentação. Sem data.

Este segundo só abre quando houver inscrições que o justifiquem. Gravar um curso completo antes de saber se alguém o quer é a forma mais rápida de o fazer mal, e o sector já tem formação teórica gratuita que chegue. O que falta é aplicação, e isso não se improvisa em estúdio.

Ser avisado quando abrir

Um email quando o primeiro curso abrir, e outro se houver uma data de workshop aberta a inscrições individuais. Nada mais.

Os dados servem apenas para avisar da abertura dos cursos. A subscrição cancela-se num clique.

Umas perguntas

Marca-se uma conversa de vinte minutos. Na maior parte dos casos o que a equipa precisa resolve-se com um workshop de meio dia sobre a tarefa concreta, ou com um kit de 19 a 79 euros e uma hora de leitura. A conversa serve para perceber qual dos dois, ou se há trabalho a fazer em conjunto.

Equipas pequenas, do tipo que existe na maioria dos museus municipais e associações culturais. Acima de uma dúzia de pessoas o formato deixa de funcionar, porque o trabalho é feito com os documentos reais de cada um e não com exemplos genéricos.

Nas duas. Também em inglês.

Gravados, para se verem ao ritmo de cada um, com os modelos e os prompts em ficheiro à parte. As sessões ao vivo continuam a existir, mas como workshop, que é onde faz diferença ter alguém do outro lado.

Sim. A factura sai em nome da instituição, com o descritivo de formação, e a proposta vem com âmbito e duração escritos para o processo interno de aprovação.

Antes de decidir seja o que for

Vinte minutos, sem custo e sem apresentação comercial. Serve para perceber se o que a instituição precisa é formação, um documento, ou nenhuma das duas coisas.